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21.11.16

Associados aprovam receitas extras na Cassi: ampliar cobertura da ESF é fundamental!





Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Os associados da Cassi se manifestaram favoráveis à consulta realizada para referendar ou não o Memorando de Entendimentos assinado entre o patrocinador Banco do Brasil e as entidades sindicais Contraf-CUT e Contec, juntamente com as associações ANABB, AAFBB e FAABB.

A Proposta Final foi construída ao longo de quase dois anos de negociações entre a direção do Banco e as entidades representativas do funcionalismo, assessoradas por dirigentes eleitos da Cassi. Nela ficou definido que os associados farão contribuição mensal extraordinária de 1% até dezembro de 2019, improrrogável, e o patrocinador Banco do Brasil fará ressarcimentos mensais e extraordinários de R$ 23 milhões em favor da Cassi, também até dezembro de 2019, corrigidos pelo FIPE Saúde, correspondente às despesas vinculadas ao Plano de Associados com programas, coberturas especiais e estrutura própria das CliniCassi, mediante convênio específico.

O banco também contratará e pagará uma empresa de consultoria para analisar, revisar e desenvolver processos, projetos e ações com foco no modelo de governança, gestão e operação da Cassi.


MOBILIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DOS ASSOCIADOS SÃO FUNDAMENTAIS

A partir de agora é fundamental que haja a manutenção e o aumento do envolvimento das entidades representativas e das lideranças da ativa e aposentados para as etapas que começam com a aprovação da proposta feita pelo patrocinador Banco do Brasil. Mobilizar os associados e acompanhar o processo é necessário.

Nós escrevemos alguns artigos (ler AQUI) explicando que na nossa opinião de gestor da área da saúde da Cassi não basta a entrada extraordinária de novos recursos, os cerca de 40 milhões por mês, se não pudermos atuar imediatamente, já a partir de 2017, na ampliação da cobertura do Modelo de Atenção Integral à Saúde e Estratégia Saúde da Família (ESF), tendo mais equipes de família, médicos de pronto atendimento, mais PAD e passando a cuidar de população maior que os atuais 180 mil cadastrados na ESF nos próximos 3 anos.


CASSI DEVE MELHORAR ESTRUTURA PRÓPRIA DE ATENDIMENTO À SAÚDE E NÃO O INVERSO

A Cassi não pode seguir sendo uma mera pagadora de despesas assistenciais na rede de prestadores de serviços (Rede Credenciada), para onde vai praticamente toda a arrecadação de receitas da Cassi. A despesa administrativa da nossa operadora, ou seja, o custo próprio de estrutura de atendimento e funcionamento, é a menor de todo o setor de saúde suplementar, com exceção das seguradoras de saúde que têm outra lógica. Enquanto a média do setor em 2015 (ANS) é de 11,5%, sendo de 12,7% nas autogestões e 12,4% nas medicinas de grupo, a Cassi teve despesa administrativa de 10,6%, ou seja, podemos crescer 20% de nossa estrutura para ficar no parâmetro administrativo das operadoras que mais se assemelham a nós.

No trânsito interno da governança da Cassi, a respeito do "Memorando de Entendimentos", apresentamos um parecer técnico da Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento com diversas sugestões para alcançar esses objetivos de ampliar a cobertura assistencial da Atenção Primária na Cassi já nos anos de 2017, 2018 e 2019. Basta priorizarmos o foco naquilo que é a missão da Cassi.

O que estamos dizendo é que é possível cuidar de mais participantes da Cassi no modelo de promoção de saúde e prevenção de doenças, monitorando os doentes crônicos, com o novo orçamento anual que passaremos a ter a partir de janeiro de 2017.

Vamos abordar bastante o assunto a partir de agora e seguir partilhando nossas opiniões e sugestões com o conjunto de entidades e lideranças da comunidade Banco do Brasil e Cassi.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (mandato 2014/18)


(matéria do site da Cassi)


Associados aprovam alteração do Estatuto Social da Cassi

Publicado em: 21/11/2016

Conforme resultado da consulta ao Corpo Social encerrada às 18h desta segunda-feira, 21 de novembro, foi aprovada a inclusão do Artigo 91 no Estatuto Social da Cassi. Este artigo cria uma contribuição mensal adicional e extraordinária dos associados de 1% até dezembro de 2019, prazo improrrogável. O início da contribuição está condicionado à assinatura de um convênio entre a Cassi o Banco do Brasil, para o ressarcimento de R$ 23 milhões mensais à Caixa de Assistência, pelo período em que houver a contribuição extraordinária dos associados.
Somados, a contribuição extra e o ressarcimento pelo BB resultarão em um aumento de R$ 40 milhões mensais na receita da Cassi. Paralelamente, o Banco do Brasil contratará e pagará uma empresa especializada para analisar, revisar e desenvolver processos, projetos e ações com foco no aperfeiçoamento do modelo de governança, gestão e operação da Cassi. O trabalho de consultoria terá como meta melhorar a eficiência do gasto assistencial sob todos os aspectos da atenção à saúde.
As informações sobre a implantação dessas medidas serão divulgadas em breve pelo site da Cassi. Detalhes da proposta estão disponíveis em www.cassi.com.br/consultacorposocial.
VOTAÇÃO - Não computados os votos em branco (1.205), conforme prevê o Estatuto, a opção pelo voto SIM (98.257) foi a que recebeu o maior número de votos, seguida da opção pelo voto NÃO (19.535) e pelo voto NULO (1.684), como mostra quadro mais abaixo. Nesta consulta, eram necessários dois terços dos votos válidos para a aprovação.

 RESULTADOQUANTIDADE
%
APROVA (Votos SIM)
 98.257 82,24
NÃO APROVA (Votos NÃO)
 19.535 16,35
VOTOS NULO
 1.684 1,41
TOTAL
 119.476 100,00

Um comentário:

Anônimo disse...

"Colegas" eh um termo feminista preconceituoso, q não leva em conta a orientação das pessoas, estando em desacordo com a orientação de gênero q a gente tanto prega, vc deveria abranger os colegos tbm, ou utilizar termos genéricos para definir, x ou @.