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23.5.16

Opinião e agenda do Diretor de Saúde (PR e DF)



Fim de dia e fim de trabalho nesta semana,
aqui na sede da Cassi (DF).

Post Scriptum (17:30h de sexta, 27/5/16):

Olá companheir@s, amig@s e colegas do BB,

Estamos encerrando mais uma semana de trabalho pela Diretoria de Saúde e Rede de Atendimento da Cassi. Apesar de ter sido uma semana com feriado no meio, nesta quinta, tivemos agenda bem cheia.

Estivemos em uma conferência mundial de promoção de saúde no Paraná entre segunda e quarta. Fizemos matéria com impressões a respeito. Leia AQUI.

Pela relação de respeito e parceria que sempre buscamos estabelecer com os associados e suas entidades representativas, consegui fazer uma agenda numa das noites em Curitiba, durante minha estada na conferência de saúde, para visitar o Sindicato dos Bancários.


Durante os dias de trabalho em Curitiba, pudemos visitar
o Sindicato dos Bancários, grande parceiro na defesa da Cassi
e dos direitos dos associados da ativa e aposentados.
 

Ainda durante a semana, pudemos fazer uma ótima reunião de trabalho tanto com os funcionários da Cassi (PR) quanto com os gestores locais.

Nesta sexta, trabalhamos o dia todo aqui na sede da Cassi em Brasília.

É isso, um abraço a tod@s os meus pares da classe trabalhadora.

William mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)



Post Scriptum (21h de 23/5, em Curitiba, PR):

Encerrado o dia de trabalho na Conferência Mundial de Saúde, pude participar de um painel que tratou do tema "Saúde em todas as políticas: estratégias para promover, implementar e avaliar ações no âmbito da saúde".

É impressionante a constatação que todos nós que atuamos na Cassi temos quando participamos de fóruns, conferências, cursos e demais espaços sobre saúde coletiva, promoção de saúde, saúde da família ou modelos de sistemas de saúde. A Caixa de Assistência tem uma experiência bastante exitosa naquilo que demais setores querem iniciar.

O que nós precisamos de fato é de foco e investimento para completar um sistema de serviços de saúde na Cassi que foi iniciado no final dos anos noventa e que precisa de investimento para concluir os eixos estruturantes ainda não implantados como rede referenciada com compromissos formais dos prestadores (contra-referência), prioridade no uso das unidades Cassi como referência para as necessidades em saúde porque lá deve estar o histórico familiar, dentre outras coisas previstas no modelo.

Como disse abaixo na postagem inicial, nós da Cassi temos um diferencial que é a melhor perspectiva de sistemas de saúde baseados em custeios solidários e intergeracionais: vamos cuidar da população que está conosco hoje por décadas, o que quer dizer que com prevenção e acompanhamento das questões crônicas, os resultados são melhores ao longo do tempo tanto em qualidade de vida quanto em uso dos recursos.

Abraços,

William Mendes
Diretor de Saúde da Cassi (eleito)






Olá companheir@s, amig@s e colegas do Banco do Brasil,

Nesta semana estamos com agenda de trabalho no Paraná e em Brasília.

Acabei há pouco a leitura da pauta da reunião de Diretoria Executiva da semana, pauta que comecei a ler na última sexta à noite.

Cheguei a Curitiba, onde participarei da 22º Conferência Mundial de Promoção da Saúde da UIPES. Nossa equipe da Cassi que estará no evento conosco já se encontra desde ontem no evento e eu me integro a ela entre hoje e quarta. Verei alguns painéis com relação direta ao que propomos e fazemos na Cassi.

Ainda durante nossa estadia aqui em Curitiba, daremos um jeito de intercalar as palestras que veremos na conferência com a visita à nossa unidade Cassi Paraná e encontrar lideranças da comunidade BB à noite.

Na sexta, estaremos trabalhando na sede da Cassi em Brasília, após o feriado.

Durante a semana, iremos atualizando a agenda de trabalho.


Leiam matéria (abaixo) onde a presidenta da FenaSaúde aborda o tema que temos falado ao conjunto de nossos associados da Cassi e suas entidades representativas: o setor de saúde suplementar caminha para a insustentabilidade devido a fatores que temos apresentado nas conferências de saúde. O melhor caminho e perspectiva é apostar na Atenção Integral à Saúde e na promoção de saúde e prevenção de doenças. Eu preciso de apoio e investimentos focados para avançarmos no modelo assistencial da Cassi.

A Caixa de Assistência dos Funcionários do BB tem um diferencial que nenhuma outra empresa do setor privado tem e deve se aproveitar dessa vantagem. Diferente dos outros planos privados, que não têm como garantir a manutenção de suas populações por décadas, a Cassi pode fazer promoção de saúde e prevenir doenças numa população que cuida hoje e que estará com ela nas próximas 5 ou 6 décadas, é só olhar o público de 100 mil bancários na ativa e entender o que eu estou falando.

Cuidar hoje desta população e dependentes, equivale a ter uma população de participantes com melhor saúde em 2026, 2036 e por aí vai.

Preciso de parcerias e envolvimento de todos da comunidade BB para isso, inclusive do patrocinador Banco do Brasil.

Abraços e boa semana a todos os meus pares da classe trabalhadora!

William Mendes
Diretor de Saúde e Rede de Atendimento (eleito)



A matéria me foi enviada pelo Adelmo, conselheiro de usuários da Cassi SP, ao qual agradeço.


Presidente da FenaSaúde: "estamos caminhando para a insustentabilidade do setor privado"


Fonte: CQCS Data: 18 maio 2016

O alerta foi de Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) – entidade representativa de operadoras de planos e seguros de assistência à saúde –, nesta terça-feira (15/5), em evento promovido pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro. Para uma plateia formada por autoridades e profissionais que atuam no mercado segurador, a presidente da FenaSaúde chamou a atenção para os altos custos com procedimentos, tecnologias, medicamentos e materiais no setor de Saúde Suplementar. 

Segundo Solange, a sustentabilidade do sistema tem pautado a preocupação de todos que atuam no setor por duas principais razões: a acelerada evolução dos custos da saúde e a solidariedade intergeracional, quando os mais jovens subsidiam os mais longevos – isso porque, há 15 anos, para cada beneficiário com 60 anos ou mais, existiam outros três com idades entre zero e 19 anos; hoje, essa relação caiu para dois.

De acordo com Solange, o índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH), principal indicador utilizado pelo mercado de Saúde Suplementar como referência sobre o comportamento de custos, registrou alta de 19,3% nos 12 meses encerrados em dezembro de 2015. Já a inflação, medida pelo IPCA, ficou em 10,67% no mesmo período.

“As razões que produzem a elevação das despesas com a saúde vão desde o envelhecimento da população, uma vez que os idosos requerem maiores cuidados, até o avanço tecnológico, que frequentemente é apontado como sendo de maior impacto”, avalia a presidente da FenaSaúde. “Em muitos casos, a incorporação de novas tecnologias e procedimentos ao sistema é feita de forma acrítica e sem avaliação de seu custo-efetividade. Por isso, temos insistentemente demandado que haja avaliação sistemática e institucionalizada da tecnologia previamente à sua incorporação”, complementa a executiva. Solange também defende o desenvolvimento de diretrizes e protocolos de utilização para que se evite os casos em que não há evidências que suportem o custo de determinado procedimento.

Ao apresentar os números do segmento, a presidente da FenaSaúde ressaltou a importância de uma ação transparente junto ao consumidor: “Essa é uma das missões da Federação. Precisamos trazer os beneficiários para essa discussão para que ele possa compreender o uso racional desse serviço, que realiza três milhões de procedimentos por dia”. Em 2012, por exemplo, para cada 1 mil habitantes foram realizadas 94 ressonâncias e tomografias computadorizadas. Em 2015, este número passou para 130 – crescimento de 40%.

Outro ponto que mereceu destaque durante a explanação da presidente da FenaSaúde foi a redução do número de beneficiários em 2015 e nos primeiros três meses desse ano: 1,3 milhão de pessoas deixaram de ter planos de saúde. Desses, 887 mil são de planos coletivos empresariais. “Sem dúvida, essa retração de beneficiários se deve a queda do emprego formal. Há uma relação direta entre o seguro saúde e o nível de emprego da população”, destacou a executiva.

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