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30.1.07

Terça, 30 de janeiro (Dia nacional de lutas pela Cassi)


O dia de luta da Cassi começou com distribuição da Folha Bancária no Complexo São João e reuniões nas dependências. Participei de duas: na Nucac e na Ag. Boulevard

À tarde, trabalho na Contraf-CUT.

Trabalhei 11 horas.

29.1.07

Banco do Brasil continua sem proposta para a Cassi


COMENTÁRIO DO BLOG:

Esta postagem foi atualizada em 07/9/15, ao pesquisar a Cassi no site da Contraf-CUT. Eu também utilizo meu blog para guardar textos importantes ou históricos. Neste momento de novos debates sobre a Caixa de Assistência, toda informação é relevante.

William Mendes
Diretor eleito de Saúde e Rede de Atendimento


(Matéria de 17/01/2007, da Contraf-CUT)


(São Paulo) Terminou sem avanço a negociação entre os bancários e o Banco do Brasil para discutir os problemas da Cassi. Apesar do compromisso assumido pelo novo presidente do BB, Lima Netto, de apreciar a proposta dos bancários e dar andamento às negociações, os representantes da empresa compareceram na reunião desta quarta-feira, dia 17, sem nenhuma novidade ou contraproposta.

Sem avanços, a Comissão composta por membros eleitos da direção da Cassi, representantes da Comissão de Empresa e aposentados vai promover uma ação institucional com deputados e senadores para conseguir apoio e agilizar as negociações.

“Esta reunião já estava marcada há duas semanas e o Banco frustrou as expectativas de todo o funcionalismo, que esperava ver honradas as palavras do novo presidente. Na negociação de hoje, os representantes do Banco limitaram-se apenas a comentar que os problemas financeiros se devem à inflação médica. A afirmação contraria a realidade vivida pelos funcionários e estudos do Dieese, que mostram que a diminuição salarial de 1995 a 2002 é que impactou negativamente nas receitas da Cassi”, disse Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.

Sobre a proposta feita pelos funcionários, o Banco justificou que ela “traz complicadores” e que por essa razão os técnicos do Banco estão debruçados sobre ela para que tragam uma contraproposta “definitiva”. O BB negou a possibilidade de uma negociação anual visando cobrir algum possível déficit, alegando que isso “equivale a um cheque em branco”.

Os representantes dos funcionários rebateram as afirmações do negociador do BB, informando-o que o Banco diminuiu os salários, não aplicou reajustes e reduziu sensivelmente o número de funcionários no período de 1995 a 2002, sendo esse o verdadeiro motivo dos problemas financeiros da Cassi.

“Lamentamos profundamente o fato de, após mais de dois anos de negociações, a empresa não ter a capacidade de formular uma proposta viável, enquanto a Cassi vai esvaindo suas reservas e deixando de atender seus associados e dependentes”, comentou Milton Rezende, vice-presidente da Contraf-CUT.

Nova rodada de negociação ficou agendada para o próximo dia 30 de janeiro, quando o Banco se comprometeu a apresentar a contraproposta ao funcionalismo.

“A mobilização dos bancários é muito importante neste momento. A orientação da Contraf-CUT é para que os Sindicatos organizem atividades em favor da Cassi no próximo dia 30 de janeiro, lembrando que no dia 27 a entidade completará 63 anos de existência”, finalizou Olivan Faustino, representante da Federação da Bahia e Sergipe na Comissão de Empresa.


Fonte: Contraf-CUT


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AGENDA SINDICAL (29/01/07)

O dia de trabalho foi no Rio de Janeiro. Debatendo questões da Previ. Trabalhei 12 horas.